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A história dos mascotes da Copa do Mundo: conheça todos

Nos dias de hoje, os mascotes são figurinhas carimbadas na Copa do Mundo. Porém, você sabia quem nem sempre foi assim? Venha descobrir como tudo começou!
Veja todos os mascotes da história da Copa do Mundo
Betsul

Para cada edição da Copa do Mundo FIFA, vemos diferentes mascotes representarem a bandeira e o seu país-sede, carregando consigo a cultura, a paixão e o espírito do anfitrião.

Desde que o World Cup Willie deu o pontapé inicial em 1966, esses personagens se tornaram figuras icônicas, amadas por fãs de todas as idades e partes do mundo.

Nesta matéria, vamos explorar a história dos mascotes da Copa do Mundo da FIFA, desde sua evolução no design e o impacto comercial que geraram, até como cada um deles reflete as tradições e a identidade cultural de sua nação. Venha conhecer tudo sobre os mascotes!

Afinal, o que são os mascotes da Copa do Mundo?

Os mascotes da Copa do Mundo são personagens oficiais criados para cada edição do torneio, funcionando como embaixadores que personificam a cultura e os valores do país anfitrião. 

Eles se tornaram essenciais para promover o evento e criar uma conexão emocional com o público global. O primeiro mascote oficial foi o World Cup Willie, apresentado na Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra.

Onde tudo começou: a tradição que nasceu na Inglaterra em 1966

A história dos mascotes da Copa do Mundo começou de forma memorável em 1966, quando a Inglaterra sediou o torneio. Foi lá que o comitê organizador teve a brilhante ideia de introduzir World Cup Willie, um simpático leão antropomórfico.

Willie vestia uma camisa com a bandeira do Reino Unido e a frase "World Cup", um detalhe que o tornava instantaneamente reconhecível. O leão é um símbolo nacional da Inglaterra, e Willie rapidamente se tornou um sucesso tanto para os ingleses, quanto para os outros países que presenciaram o primeiro mascote. 

A magia do engajamento: como os mascotes conquistam crianças e adultos

Os mascotes são cuidadosamente desenhados para serem carismáticos e amigáveis, com um apelo especial para o público infantil. Crianças se conectam facilmente com esses personagens lúdicos, e essa conexão inicial muitas vezes se transforma em uma paixão duradoura pelo futebol e pela Copa do Mundo.

Para os adultos, os mascotes trazem uma grande nostalgia, lembrando-os da alegria e da emoção de Copas passadas. Eles também servem como um lembrete divertido da cultura do país-sede.

Todos os mascotes da Copa do Mundo, ano a ano

Para facilitar essa viagem no tempo, preparamos uma tabela cronológica completa, que vai do pioneiro Willie até o mais recente La'eeb.

Ano

País-Sede

Nome do mascote

Animal/Figura Representada

Curiosidade principal

1966

Inglaterra

World Cup Willie

Leão

O primeiro de todos, um leão com a bandeira britânica.

1970

México

Juanito

Menino

Um garoto mexicano com seu inconfundível sombreiro.

1974

Alemanha Ocidental

Tip e Tap

Dois meninos

A dupla que simbolizou a união e a amizade.

1978

Argentina

Gauchito

Menino

O jovem gaúcho com chapéu, lenço e chicote.

1982

Espanha

Naranjito

Laranja

A simpática laranja que virou estrela de TV.

1986

México

Pique

Pimenta Jalapeño

Uma pimenta com bigode e sombreiro, seguindo o tema alimentar.

1990

Itália

Ciao

Boneco de blocos

O mascote modernista, sem rosto, feito de blocos coloridos.

1994

EUA

Striker

Cão

O cãozinho jogador, escolhido pelo público americano.

1998

França

Footix

Galo

O galo gaulês que se tornou um fenômeno de vendas.

2002

Coreia/Japão

Ato, Kaz e Nik

Criaturas futuristas

O trio alienígena que jogava "atombol".

2006

Alemanha

Goleo VI e Pille

Leão e bola falante

O leão e sua bola falante, um retorno ao clássico.

2010

África do Sul

Zakumi

Leopardo

O leopardo com cabelo verde, representando a África do Sul.

2014

Brasil

Fuleco

Tatu-bola

O tatu-bola que defendeu a ecologia brasileira.

2018

Rússia

Zabivaka

Lobo

O lobo carismático com óculos esportivos, "aquele que faz o gol".

2022

Catar

La'eeb

Lenço de cabeça/Keffiyeh

O mascote etéreo e voador, um "jogador supertalentoso".

2026

EUA, Canadá e México

Clutch, Maple e Zayu

Águia, Alce e Onça-pintada

Três mascotes, cada um representando o símbolo de seus respectivos países

O mascote brasileiro: a história do Fuleco (2014) e sua mensagem

Quando o Brasil sediou a Copa do Mundo em 2014, o mundo conheceu Fuleco, um carismático tatu-bola que rapidamente se tornou um símbolo. O nome "Fuleco" é uma inteligente fusão das palavras "futebol" e "ecologia", uma escolha que reflete a crescente preocupação com a sustentabilidade e a rica biodiversidade brasileira.

O tatu-bola, uma espécie nativa e infelizmente ameaçada de extinção no Brasil, foi escolhido para simbolizar a exuberante fauna do país e a urgência de sua proteção.

Como os mascotes contam a história e a cultura de seus países?

Muitos países optam por mascotes que são animais nativos ou figuras do folclore local, uma forma de celebrar sua biodiversidade e suas tradições mais profundas. Zakumi, o leopardo da África do Sul em 2010, e Zabivaka, o lobo da Rússia em 2018, são exemplos perfeitos dessa escolha.

O nome Zakumi, que une "ZA" (África do Sul) e "kumi" (dez em várias línguas africanas), destacou a rica fauna do continente. Já Zabivaka, que em russo significa "aquele que faz o gol", personificou a energia e a paixão do povo russo pelo futebol.

De gente a comida: representações humanas e gastronômicas (Naranjito, Pique)

Além dos animais, os mascotes também podem assumir formas humanas ou até mesmo gastronômicas. Naranjito (Espanha 1982), uma laranja sorridente, celebrou uma das frutas mais emblemáticas da Espanha.

Pique (México 1986), uma pimenta jalapeño com sombreiro e bigode, representou a culinária e a cultura mexicana.

Relembrou seus momentos favoritos da Copa? Viva a emoção do futebol e desse torneio pela Betsul! Faça seus palpites a longo prazo na Copa do Mundo 2026! Lembre-se: jogue sempre com responsabilidade!

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