A lei aqui no Brasil, assim como em vários outros países, é bem clara: quem tem menos de 18 anos não pode participar de nenhum tipo de jogo de azar ou aposta. Mas por que essa regra é tão importante?
Nesta matéria, será explicado as razões dessa proibição, entender o que acontece quando os jovens se envolvem cedo demais com apostas, e como a gente pode identificar e ajudar quem está passando por problemas com isso. Continue lendo para não perder nada!
Por que menores de idade não podem apostar?
Ela existe por uma série de motivos legais, psicológicos e sociais que servem para proteger as crianças e adolescentes.
A principal razão é que o cérebro deles ainda está em formação, e eles não têm a mesma capacidade de entender os riscos que os jogos de azar trazem.
Cérebro em desenvolvimento
Na adolescência, o cérebro ainda está se desenvolvendo, principalmente as partes que cuidam do nosso julgamento, do controle da impulsividade e de avaliar os riscos.
Aquela parte da frente do cérebro, o córtex pré-frontal, que é super importante pra isso, só fica totalmente madura lá pelos 25 anos.
Isso quer dizer que os adolescentes são mais propensos a tomar decisões no calor do momento, a querer tudo na hora e a não dar muita importância para as consequências ruins.
Em um ambiente de apostas, onde existe, em algumas situações, um ganho rápido e a ilusão de que vai ficar rico fácil, essa imaturidade pode levar a comportamentos perigosos e a pessoa pode ficar viciada nos jogos.
Proteção da lei e vulnerabilidade
Aqui no Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei nº 14.790/2023, que fala sobre as apostas, são bem claros: menor de 18 anos não pode participar de jogo de azar.
Menores não têm capacidade legal para cuidar do próprio dinheiro e nem de entender direito os contratos e os riscos das apostas.
Influência e propaganda escondida
Mesmo com a lei proibindo, muitos adolescentes acabam entrando no mundo das apostas por causa de influenciadores digitais, amigos e até mesmo parentes.
A propaganda, mesmo que não seja feita diretamente para eles, pode dar a ideia errada de que apostar é um jeito fácil e divertido de ganhar dinheiro.
Como identificar se algum menor está com problemas em apostas?
Perceber logo cedo os sinais de que um menor de idade está começando a ter problemas com apostas é super importante para conseguir ajudar de verdade.
No começo, os sinais podem ser bem discretos, mas eles ficam mais claros conforme o vício avança. Confira alguns sinais que podem mostrar os problemas em apostas:
Sinais no comportamento
O adolescente pode começar a conversar muito sobre grana, como ganhar ou perder, e ficar meio obcecado com assuntos financeiros.
Outro ponto é que o jovem pode ficar mais fechado, mentir sobre onde esteve, o que fez com o dinheiro ou esconder o que faz online.
Sinais físicos
Mesmo que não sejam tão óbvios, alguns sinais físicos podem aparecer por causa do estresse e da ansiedade do vício em apostas:
- Cansaço: por não dormir direito ou por estar sempre estressado.
- Problemas de saúde: dores de cabeça, problemas de estômago ou outros sintomas físicos sem explicação, que podem ser causados pelo estresse e ansiedade.
Maneiras de lidar com problemas de apostas
Quando um menor de idade está com problemas de apostas, a gente precisa de uma abordagem que envolva a família, a escola e, muitas vezes, profissionais de saúde.
Agir rápido é super importante para que o problema não piore e cause estragos que não têm volta. Fique por dentro de algumas maneiras de lidar com os problemas de menores de idade com apostas:
Reconhecer e conversar abertamente
O primeiro passo é aceitar que tem um problema. Muitos adolescentes tentam esconder o vício por vergonha, culpa ou medo de serem punidos.
Pais e responsáveis precisam criar um ambiente de confiança onde o jovem se sinta à vontade para falar sobre o que está passando.
Procurar ajuda profissional
Os pais precisam estar atentos e procurar ajuda profissional caso o as condições de vício dos filhos piore, entre os profissionais, estão aqueles que trabalham com:
- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): ajuda o adolescente a entender e mudar os pensamentos e comportamentos que o levam a apostar.
- Terapia Familiar: envolve a família no processo de recuperação, melhorando a comunicação e estabelecendo limites saudáveis.
- Grupos de apoio: lugares como Jogadores Anônimos (JA) oferecem um espaço de apoio e troca de experiências, onde o adolescente pode se sentir compreendido e menos sozinho.
- Aconselhamento: orientação individual para lidar com as causas do vício e aprender a enfrentar as dificuldades.
Cuidar da saúde mental em geral
É importante cuidar de outros problemas de saúde mental que possam estar contribuindo para o vício em apostas, como ansiedade, depressão ou TDAH.
Ter um estilo de vida saudável, com alimentação boa, sono suficiente e atividade física regular, também ajuda muito no bem-estar geral e na capacidade do jovem de lidar com as coisas.
Betsul e o compromisso com o Jogo Responsável
Além da Betsul ter mecanismos para identificar jogadores menores de idade em seu sistema, a plataforma preza e pratica constantemente o Jogo Responsável.
Na Betsul, a responsabilidade no jogo é um dos nossos princípios fundamentais. Encaramos as apostas como uma modalidade de entretenimento, e não como um meio de investimento ou enriquecimento rápido.
Os jogadores precisam ter consciência que as apostas têm riscos reais, e não podem ultrapassar limites.
Além disso, a quantia que irão apostar deve ser destinada apenas para as apostas, nunca se deve jogar com dinheiro essencial para a vida pessoal, como: contas, alimentação, saúde e etc.
Jogue de forma responsável na Betsul, seja em apostas esportivas ou nos cassinos de sua escolha. Divirta-se!